quinta-feira, 30 de junho de 2016


                          O  pecado e suas consequências



Eu, Waldecy Antonio Simões, internauta ativo na propagação da Palavra de Deus, pertenço a uma das 398 congregações pelo mundo que santificam o sábado como o Dia do Senhor, portanto somos os remanescentes que não aceitaram a subserviência aos papas romanos de tantos erros, servos de Satanás. Siga o Link:


http://gospel-semeadores-da.forumeiros.com/t12521-todas-as-igrejas-que-guardam-o-sabado. 

“Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo”. Romanos 9:27

O pecado nos separa de Deus. Somente pelo arrependimento sincero o Senhor nos coloca sob suas bênçãos:

"Mas se o ímpio se converter de todos os pecados que cometeu, e guardar todos os meus estatutos, e proceder com retidão e justiça, certamente viverá; não morrerá.  De todas as transgressões que cometeu não haverá lembrança contra ele; pela justiça que praticou viverá".   Ezequiel 18:21,22

 "Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar; nem surdo o seu ouvido, para que não possa ouvir mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados esconderam o seu rosto de vós, de modo que não vos ouça." Isaías 59:1-2 :

A Palavra de Deus nos revela que o tal Purgatório inventado é aqui na Terra: 

O sofrimento em vida faz parte da salvação, não o sofrimento após a morte.

“Seja esse homem entregue a Satanás, para mortificação do seu corpo, a fim de que sua alma  seja salva no dia do Senhor”          Concessões do Senhor Deus, na Primeira Carta aos Coríntios  5.5.


“Dentre esses se contam Himeneu e Alexandre, os quais entreguei a, Satanás para serem castigados, afim de que não blasfemem mais”. I Timóteo 1.20.


A Palavra de Deus é bem clara, Himeneu e Alexandre. pecadores zombadores do apóstolo Paulo, teriam de passar pelo sofrimento AQUI NA TERRA, para que se arrependessem e assim pudessem ser salvos do Dia do Senhor!

“Digo-vos: no Dia do Juízo, haverá mais rigor para Tiro e Sidom do que para vós outros”. Jesus, em Mateus, 11.24, prometendo castigo maior quando o pecado for maior.




Abaixo, repetindo, o meu texto preferido das Escrituras, pois nos revela porque o Senhor Deus é realmente bom:

“Mas se o ímpio fizer penitência de todos os pecados que cometeu, se passar a guardar todos os meus preceitos e proceder com equidade e justiça, certamente viverá e não me lembrarei mais de nenhuma das iniquidades que praticou”. O Senhor Deus, em Ezequiel, 18.21. esse preceito nos mostra, também, que as penitências têm que acontecer ainda aqui na Terra.


Pelo texto bíblico acima, o Senhor promete a Eternidade no seu Reino de Luzes até ao mais perverso dos ímpios, desde que, por vontade dele mesmo, dobre os joelhos perante Deus se arrependendo sinceramente da sua vida pregressa, e se até ali só havia seito o mal, que dali em diante passe a fazer o bem aos semelhantes. Se puder reparar seus erros do passado, que repare, mas se não puder, se não tiver como, deixe o passado para trás e passe a viver o presente sob a Palavra de Deus.

Mas quem foi ímpio?  Quem foi perverso? Quais os humanos que mais cometeram pecados contra a pessoa, contra Deus  e contra a Humanidade?

Nabucodonosor? Gengis Khan? Nero? Domiciano? Julio Cesar? Diocleciano? Galério? Alexandre, o grande carniceiro? Os papas  dos seis séculos da Pavorosa Inquisição? Dos assassinos Cruzados? Napoleão?  Stalin? Lenin? Hitler? Todos esses carniceiros e outros outras mais?


Mas o problema é que eles todos, de coração endurecido, não conseguiram mudar de rumo, pois morreram matando. E o Senhor Deus, segundo seus desígnios retos, em decorrência da autonomia de procedimentos de todos nós pela qual nós próprios temos de escolher o Caminho do Bem ou do Mal, não pode fazer nada a favor deles se antes não se arrependerem.


“Porque o coração deste povo está endurecido, e ouviram de mau grado com seus ouvidos,E fecharam seus olhos, para que não vejam com os olhos, e ouçam com os ouvidos, e compreendam com o coração,e se convertam,e eu os cure”. Mateus 13:15


“Para que, vendo, vejam, e não percebam e, ouvindo, ouçam, e não entendam; para que não se convertam, e lhes sejam perdoados os pecados”. Marcos 4:12

Todos esses, por mais que tivessem praticado horrores à Humanidade, poderiam ter o mesmo prêmio que um humilde cristão de Jesus, bastaria que se arrependessem verdadeiramente de seus gravíssimos pecados, que buscassem a Deus de coração arrependido e passassem a fazer todo o bem possível de se realizar.  Ezequiel 18:21-22 acima legitima esta minha declaração. Por sinal, é a meu verso preferido nas Escrituras.


Será que um só dos citados fez isso? Que eu tenha conhecimento, não, portanto, mas se não se arrependeram sinceramente de seus pecados e passaram a fazer o bem, seus castigos estão selados aguardando o Grande Dia da Ressurreição dos Mortos quando todos serão julgados.




O Senhor criou-nos à sua imagem, à sua semelhança e, por esse privilégio, configurou-nos com perfeição e, por sermos sua obra, recebemos um certificado de qualidade,  pois, como todos sabem, não existe artesão tão perfeito quanto ele. Por sua sabedoria absoluta, jamais comete erros. Fomos criados para povoar uma terra feliz, onde não existia sofrimento, porém, o pecado  trazido pelo demônio, disfarçado de serpente,que na época era um animal cativante, castigou os nossos pais Adão e Eva e herdamos esse castigo. Mas os resquícios do pecado original foram lavados depois, pelo sangue do Cordeiro de Deus a todos os que o reconhecerem como o Messias e, principalmente, aos que guardarem os seus preceitos.


Estudando-se as Escrituras, entende-se, nitidamente, que o Senhor tentou, de todas as formas, fazer co que o seu povo vivesse feliz sob o campo de suas bênçãos. Percebe-se, de várias formas e muito claramente, que ele sempre foi o Senhor das novas chances e por essas chances concede até a graça do sofrimento para alguns, ainda aqui na Terra, para que se arrependam e se voltem ao Senhor, enquanto ainda há tempo, pois depois da morte, conforme a Palavra Escrita, nada mais há a fazer. Está tudo consumado. Meu blog sobre a Criação:




Por inúmeras vezes, pela sua misericórdia e compaixão, o Senhor perdoou os pecados de seu inconsistente povo -- ao sensibilizar-se de suas preces, quando sinceras -- resgatando-os dos seus sofrimentos,  e premiando-os com uma nova fase de paz e de prosperidade.  Entretanto, se bem que os diretos recebedores das graças, maravilhados, se voltaram humildemente ao Senhor após testemunharem os seus prodígios, os filhos desses, nas outras gerações, preguiçosamente, e em nome de uma vida de liberalidade, esqueceram-se dos ensinamentos e dos testemunhos de seus pais e violaram a aliança que Deus havia feito com eles. 


A despeito de os profetas, arautos de Deus, como Isaías, Jeremias, Ezequiel e tantos outros, estarem, constantemente, a anunciar terríveis e avassaladores castigos de Deus se os israelitas não retornassem à estrada do Senhor, acabavam por desdenhar tais advertências, pois, para eles, o que importava mais era viver os privilégios da fartura, do conforto,  das riquezas e da paz,  obtidos exatamente pelas bênçãos que o Senhor houvera concedido a seus pais. 

 Esse estado de afastamento do Senhor, por amor maior ao temporal, às paixões, ao visível, levava os israelitas a não se importarem com as advertências dos profetas para que se arrependessem das suas transgressões.  Desse modo, ao viverem mais a favor da maldição do que da bênção, recomeçavam os ciclos de sofrimentos, das tribulações, das aflições. Por várias vezes, essas desgraças chegaram a ponto de aniquilamento quase total da raça israelita. 

 Depois da conquista da Terra Prometida, Israel viveu essa longa  fase de muita bênção. Mas pela fraqueza do homem, que muitas vezes dá maior valor às coisas da Terra, os israelitas se corromperam, e aí recomeçaram as dores.


“Assim disse o Senhor: Chegou o fim de meu povo de Israel. Não o deixarei impune por mais tempo”.    Determinações do Senhor, em Amós, 8.2.


Vede: Proponho-vos hoje  Bênção ou Maldição.  Bênção se obedecerdes aos mandamentos do Senhor. Maldição se não obedecerdes aos mandamentos do Senhor vosso Deus...   O Senhor, em Deuteronômio,   11.26.

Citando apenas um dos inúmeros exemplos da Bênção e da Maldição de Deus, o rei hebreu Ezequias viveu fiel ao Senhor, mas a despeito de que nem todo o povo comungava a Lei de Deus como ele, por intermédio de um visível prodígio do céu, Deus enviou os seus anjos que exterminaram 85.000 assírios que estavam preparados para uma matança geral do povo hebreu. Deus salvou-os porque seu rei e uma parte desse povo lhe era fiel. Mas o mesmo não ocorreu com a geração seguinte, pois o degenerado Manassés, que sucedeu a Ezequias, agiu diferente de seu pai. Manassés fomentou por demais a corrupção em todos os sentidos e seguimentos e, por isso, principalmente em sua época, Israel amargou gravíssimas tribulações que chegou quase a ponto de extermínio dos filhos de Abraão com Sarah.  Mas, afinal, Manasses acabou, perante o Senhor, se arrependendo de seus crimes.





Essa regra, a da bênção por fidelidade ao Senhor e da maldição por infidelidade, está bem destacada, frequentemente, nas Escrituras e, numa dessas vezes, ele deixou o seu povo escolhido sofrer as humilhações, as amarguras de uma vida de escravidão e de injustiça por meio século na Babilônia.  Mas antes, bem certo de que, ao migrarem para o Egito, reino pagão, amarguraram mais de quatro séculos de escravidão. O Senhor disse a Moisés:


 “Eu vi a aflição de  meu povo que está no Egito,  e ouvi os seus clamores, por causa de seus opressores.  Sim, eu conheço seus sofrimentos, e desci para os livrar das mãos dos egípcios, para uma terra fértil e espaçosa, que mana leite e mel...”.  Comprometimento do Senhor,  em   Êxodo,    3.7.   


O Senhor Deus prova que sempre concede mais do que lhe pedimos em oração, portanto, além de realizarem o seu grande sonho ao ficarem  livres  da escravidão, os israelitas partiram  diretamente para a Terra Prometida --... Que mana leite e mel...” --para uma nova vida a ser vivida,  numa terra extremamente fértil e espaçosa, já cultivada, além de contar com edificações e rebanhos. Evadiram-se do Egito carregados de ouro e prata confiscados do faraó, como uma espécie de indenização imposta por Moisés pelos 420 anos de trabalho escravo (Êxodo 12:35).


Em poucos meses, os hebreus poderiam ter tomado posse da Terra Prometida. Mas os hebreus, em geral, não aceitaram passar pela provação do deserto para merecê-la.  Muitos não haviam se desligado inteiramente da terra velha, de sua vida antiga, pois, se haviam sido escravos do faraó -- pensavam --, pelo menos desfrutavam de certo conforto que não poderiam encontrar no deserto. Além da escravidão, não levaram em conta que o faraó havia mandado matar todos os filhos dos hebreus que nascessem do sexo masculino e que, por outro lado, o efeito das dez pragas havia atingido apenas os egípcios. Em nome do conforto e da tradição, muitos tinham mais saudades da vida de escravos no Egito, fiéis aos seus carrascos opressores e com um pouco de conforto, do que amar viver livremente no deserto, com Deus. 


Mesmo tendo tido o privilégio de testemunhar as manifestações do poder do Senhor Deus, em profusão, pelos inúmeros e assombrosos  prodígios realizados em favor deles, os hebreus, antes, e durante a sua saída do Egito, temerariamente, acharam-se abandonados por ele e por seu líder Moisés que  havia se retirado semanas antes para jejuar no Monte Sinai.  Por isso tudo acabaram desobedecendo ao Senhor, incorrendo em pecado, ao construir uma estátua  para culto, além de outros tipos de transgressões também graves. A tradição idolátrica foi herdada de seus ex-opressores que adoravam o boi  Ápis, o boi sagrado dos egípcios.  Por esse e por outros pecados, pela lei de Moisés, muitos milhares foram executados.  

Os hebreus que não foram mortos, foram castigados pelo Altíssimo, quando ele determinou que aquela geração inconsistente, corrupta e mal agradecida, não entraria na Terra Prometida.  Como castigo, os hebreus vagaram  como nômades pelo deserto durante quarenta anos, sofrendo as desventuras da falta de alimentos,  de água, do insuportável calor do dia e do tremendo frio da noite.  Passaram a sofrer porque haviam produzido o seu próprio tormento ao se rebelarem contra Deus. Produto do pecado.


O Senhor Deus não produz o sofrimento, a infelicidade, o tormento, entretanto, libera o demônio para  fazê-lo, ao retirar a sua proteção sempre  atenta, assim como está Escrito no livro de Jó, no capítulo 1.   


O castigo,  consequência do pecado, poderá vir breve para alguém,  como também poderá levar dezenas de anos para acontecer, parecendo até que Deus se esqueceu, mas é inevitável.


“...Seja esse homem  entregue a Satanás, para a mortificação do seu corpo, a fim de que sua alma seja salva no dia  (da vinda) do Senhor”. 1 Coríntios 5:5.


“Vede: Proponho-vos  hoje  bênção ou maldição. Bênção, se obedecerdes aos  mandamentos do Senhor, vosso Deus, que hoje vos prescrevo.  Maldição, se não obedecerdes aos mandamentos  do Senhor, vosso Deus, e vos apartardes do caminho que hoje vos mostro”.  (das Dez Leis)   Condições  do  Senhor Deus, em Deuteronômio,   11.26.


 “Se obedecerdes aos mandamentos do Senhor que hoje vos prescrevo, se amardes o Senhor, servindo-o de todo o coração e de toda a vossa alma, derramarei sobre a vossa terra, a chuva a seu tempo,  a chuva de outono e da primavera, e recolhereis o vosso trigo, o vosso vinho e o vosso óleo. Darei erva aos vossos campos para os animais, e vos alimentareis até ficardes saciados...”.     Comprometimento do Senhor  Deus, em  Deuteronômio,   11.13.


Quando mantemos fiel afinidade com os preceitos do Criador, passamos a viver no campo de suas bênçãos, entretanto, quando quebramos esse necessário comprometimento, o Espírito Santo de Deus retira-se de nós, deixando o corpo debilitado espiritualmente, permitindo que o demônio possa ocupá-lo, tranquilamente.  Com Satã, virão os dissabores, as amarguras, as inquietações, a insegurança, a insônia, a intolerância, o ódio, o inconformismo, as dores, as insuficiências físicas e espirituais. Com Satã, poderão vir, também, os pensamentos delituosos e até as maldades, pois esses estados são determinados pelas atribuições das maldições advindas pelo pecado.


O Espírito de Deus pairava sobre Saul, o primeiro rei hebreu, pois fora ungido por Samuel, a mando do Senhor.  Saul vivia em paz, e com completa predominância sobre os seus inimigos, todavia, quando Saul quebrou o seu comprometimento com o Senhor e passou a agir em desacordo com a orientação de Samuel -- o elo entre Deus e ele --, perdeu a paz. Saul tinha insônia e tornou-se tão irrequieto que necessitava do som da harpa e do canto de Davi para acalmar-se. Mas como todas as soluções mundanas, a sua paz tinha aspecto lenitivo, porque estava fora do campo das bênçãos de Deus. Também pela maldição do Altíssimo, assim como viria a acontecer com Salomão, Saul nem conseguiu repassar, hereditariamente, o trono ao seu primogênito, perdendo-o para o seu servo Davi.


“O Espírito de Deus retirou-se de Saul, e um espírito mau veio sobre ele, enviado pelo Senhor!”.    Revelações do Senhor, em  I Samuel,  16.14.


Na Bíblia de Deus está claro que é sua vontade que sejamos felizes, também aqui na Terra, e deixou bem claro que, para alcançarmos esse privilégio, basta praticarmos a sua palavra com fidelidade e a repassarmos aos nossos filhos e, sempre que possível, também ao nosso próximo repassarmos a vital importância de vivermos comprometidos com a Aliança que ele nos propôs.  Deus deixou abertas as comportas da felicidade, basta que tomemos posse dela, habilitando-nos a isso pela guarda fiel e constante de seus mandamentos. 


Por que tanto sofrimento ontem e hoje pelo mundo? Por que avançam céleres a omissão, a violência e a impiedade? Por que aumenta, assustadoramente, o número dos excluídos?  Porque, em geral, por conta do modernismo que se fundamenta nas coisas mundanas e nocivas à espiritualidade, o homem está deixando o Senhor Deus a um segundo plano?. Porque o homem está consentindo que Satanás vença o mundo. Isso, ao longo do tempo, traz nefastas consequências!

       

Quando os israelitas obedeciam fielmente os mandamentos do Senhor viviam na fartura e, nas guerras comuns na época, um só guerreiro desse povo escolhido exterminava mil guerreiros adversários. Isso se tornara feitos comuns porque Deus mantinha-se ao lado deles e multiplicava por mil os frutos dos seus esforços.   Assim, aconteceu, conforme o livro  Juízes, no  capítulo  7,  no qual a palavra nos mostra Gedeão, um homem do povo. Gedeão,  acompanhado de apenas 300 homens escolhidos por Deus -- dentre quase 32.000 guerreiros, hebreus disponíveis que foram excluídos daquela missão --, e sem a utilização de nenhuma arma de guerra, portando apenas trombetas e jarros de barro, contudo, contando com a maior arma que era a sua fé, extermina um dos maiores exércitos de invasores já havidos.  Conforme a Bíblia, os guerreiros pagãos madianitas que compunham esses exércitos eram tão numerosos como  nuvens de gafanhotos,  e seus camelos tão numerosos  quanto  as areias da praia.   Por indícios bíblicos, é fácil concluir que esses exércitos contavam com mais de mil guerreiros para cada hebreu, mas conforme o plano de Deus, apenas o som das trombetas e das ânforas quebradas, na escuridão da noite, causou tão grande confusão entre os inimigos que, surpreendentemente, lutando entre si, a maior parte deles se auto-exterminou e os que sobraram, fugiram!   Mais uma vez, o Senhor havia multiplicado por mil o fruto do esforço dos guerreiros hebreus que se valeram da fé como única arma!


“Cairão mil à tua direita, e dez mil à tua esquerda, mas tu não serás atingido!”.                 Promessas do Senhor, nos Salmos, 90/91.


“Pelejarão contra ti, mas não prevalecerão, porque eu sou contigo, para te livrar, diz o Senhor”.  Revelações do Senhor em Jeremias, 1.19.


A geração de Gedeão, que havia testemunhado os prodígios do Senhor, foi abençoada e viveu feliz porque demonstrou fidelidade. Aqueles extraordinários feitos do Senhor, por Gedeão, passaram a fazer parte das canções dos menestréis, mas, como sempre ocorria na história dos israelitas, pouco influenciou nas gerações seguintes, quanto à vital importância de manter permanente fidelidade ao Senhor. Portanto, ao deixarem Deus a um segundo plano, ele retirou a sua bênção protetora e os hebreus passaram a agir por sua conta e risco e, por isso, amargaram invasões, mortes e gravíssimas tribulações. 


“Vós que lhe haveis dado esta terra que mana leite e mel.   Entraram nesta terra e dela tomaram posse, não escutaram, porém, a vossa voz, nem observaram a vossa Lei e nada fizeram do que lhes haveis imposto,  então, sobre eles, chamastes todas estas calamidades”.   Palavras do Senhor em Jeremias,  32.22.

Portanto, o pecado é sempre a causa do sofrimento!


Às vezes, alguém comete os mais hediondos crimes e continua praticando as maiores barbaridades sem que nada de mal lhe aconteça, parecendo até imune ao castigo. No entanto, não se engane, o Senhor não pensa como nós, pois não pratica o imediatismo.   No seu aparente silêncio ele dá o  tempo suficiente para que aconteça o arrependimento, pois ama a todos indistintamente e está constantemente a conceder chances aos homens, até aos que não fazem por merecer.  Entretanto, se persistir a rejeição ao seu nome, demore pouco ou muito, em consequência das somas dos pecados do ímpio, é certo que um dia liberará o demônio para que o atribule, e a desgraça continuada passará a fazer parte da vida desse homem. Isso é preceito bíblico:


“O Senhor não retarda o cumprimento de sua promessa como pensam alguns, mas usa da paciência para convosco. Não quer que alguém pereça; ao contrário, quer que todos se arrependam”.      A Segunda Carta de Pedro,   3.9.

Por intermédio de uma Parábola, Jesus deixou mais um claro exemplo de como Deus tarda, entretanto, nunca deixa de executar a sua justiça:


“Deixai-os crescer juntos, o trigo e o joio, até a colheita. No tempo da colheita, direi aos ceifadores: Arrancai primeiro o joio e atai-o em feixes para queimar.  Recolhei, depois, o trigo no meu celeiro!”

Revelações do Espírito Santo de Deus, por Jesus, em Mateus, 13.30.


Jeremias tentou, insistentemente, fazer que seu povo retornasse aos caminhos de Deus, mas em vão e, por isso, Jerusalém foi invadida, o templo de Salomão, grandioso orgulho israelita, foi saqueado e incendiado. Os que não morreram foram feitos escravos na Babilônia.


“... A terra está cheia de adultérios,

Está de luto esta terra maldita. (...).

É a iniquidade  que lhes dá forças.

São profanos o próprio profeta e o sacerdote.

Até no meu templo encontro sua perversidade - Oráculo do  Senhor.

Por isso, o seu caminho será como uma trilha escorregadia nas trevas,

E  lá se entrechocarão  e hão de cair,

Pois  precipitarei a desgraça sobre eles, no ano em que os castigar”. Oráculo  do  Senhor.   Justiça do Senhor Deus,  em  Jeremias,   23.10. 


“Ah! Se tivessem  sempre esse mesmo coração, para me temer e guardar meus mandamentos!   Seriam  felizes para  sempre  eles  e  seus  filhos”.     O amor do Senhor, em  Deuteronômio,  5.29, no qual ele repreende a inconstância  de seu povo na guarda de sua palavra.    E seus  filhos somos nós, e nossos filhos também.


O Justo também não está livre das tribulações, e nem poderia estar em decorrência da Estrada Estreita e da Porta Apertada que leva ao céu, mas esse detém grande vantagem sobre os ímpios,  como está gravado pela palavra:


 “Aquele que ouve estas minhas palavras  e as põe em prática,  é semelhante a um homem prudente que edificou sua casa sobre a rocha.  Caiu a chuva, vieram as enchentes, sopraram os ventos e investiram sobre aquela casa, porém ela não caiu,  porque estava edificada sobre a rocha”.   Promessas de Jesus, em  Mateus,   7.24.

“Na tribulação, estarei com ele; hei de livrá-lo, e o cobrirei de glória!”.                 Preceitos do Senhor, nos Salmos, 90/91.


Conforme a Bíblia, o perdão de Deus aos arrependidos convictos não pode ser compreendido como sendo ministrado pela metade. Para deixar um exemplo claro disso, num momento, Jesus perdoou completamente ao pecador também crucificado ao seu lado de tal forma que o habilitou a alcançar um lugar no Paraíso.   Só de Deus vem a Verdade, ainda no Antigo Testamento, pelo qual mostra a benignidade do Senhor, e só isso faz jus à frase: Deus é muito bom, pois promete se esquecer completamente dos pecados de um ímpio arrependido:


Para mim, Ezequiel 18:21 é a melhor revelação bíblica que existe, pois o Senhor promete o Reino Celeste até a um ímpio se houver sincero arrependimento:


 “Mas se o ímpio fizer penitência de todos os pecados que cometeu, se passar a guardar todos os meus preceitos e proceder com equidade e justiça, certamente viverá e não me lembrarei mais de nenhuma das iniquidades que praticou”. Senhor Deus, em Ezequiel, 18.21. esse preceito nos mostra, também, que as penitências têm que acontecer ainda aqui na Terra.


“Se dissermos que não temos pecado algum, estamos mentindo, mas se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça”.  I João, 1. 8 e 9.


“Pois para com suas iniquidades usarei de misericórdia, e de seus pecados jamais me lembrarei... para sempre”. Hebreus, 10.17.


“Bem-aventurado o homem a quem Deus não imputará pecado”. Romanos, 4.8.


 “Eis que ficaste são. Já não peques mais para não te acontecer coisa pior”.
Advertência de Jesus, em  João, 5.14.


Para os que acham que quando os são perdoados ainda fica um resquício que só pode ser apagado no Purgatório católico, completamente inexistente no Evangelho de Jesus, digo que se Jesus afirmou que o pecador acabara de ficar são, não haveria como Deus aplicar-lhe, depois, um castigo como complemento ao perdão.


Waldecy Antonio Simões.       walasi@uol.com.br


Todos os meus escritos são livres para publicações, desde que os textos não sejam alterados.

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 “Então, no Reino do Pai, os justos resplandecerão como o Sol”.  Promessa de Jesus, em Mateus, 13.43